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A impotência sexual está relacionada a diversas doenças

Nem sempre os médicos conseguem definir exatamente qual o percentual de participação de cada estrutura envolvida. A impotência sexual está relacionada a diversas doenças e tratar a disfunção envolve obrigatoriamente a descoberta de sua causa.

Sintomas

Muitos acreditam que a disfunção sexual só acontece em homens que estão na terceira idade (acima de 60 anos). Mas alguns jovens também podem desenvolver o problema. Fique atento aos sinais e procure um médico se detectar algum deles:

  • Redução do tamanho e da rigidez peniana
  • Incapacidade de obter e manter a ereção
  • Redução dos pelos corporais
  • Atrofia ou ausência testicular
  • Pênis deformado
  • Doença vascular periférica (causa o estreitamento e endurecimento das artérias que transportam o sangue para os membros inferiores do corpo)
  • Neuropatia (distúrbio das funções do sistema nervoso)

Prevenção

A prevenção da disfunção erétil pode ser de duas formas:

  • Causa psíquica: a educação dos meninos pela família e escola deve garantir a autoconfiança e autoestima, combatendo mitos, tabus, preconceitos ou ideias errôneas a respeito da sexualidade.
  • Causa física: bons hábitos devem ser mantidos, como praticar atividade física com regularidade, dormir bem, ter uma alimentação balanceada, evitar bebidas alcoólicas e cigarro e controlar diabetes. Além disso, é importante evitar traumas na região para não comprometer as ereções.

Buscando ajuda médica

Falhas eventuais de ereção podem acontecer a qualquer homem. Mas quando a ereção não é adequada e isso se repete com freqüência, vale a pena procurar ajuda médica. Lembre-se que os fatores de risco são semelhantes e que o problema circulatório para o pênis pode alertar para outros sistemas do corpo que não andam bem.

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Diagnóstico de Disfunção erétil

A impotência sexual tem cura e o primeiro passo é o diagnóstico correto.

Em seguida ele busca identificar possíveis fatores de risco como os citados acima. Por exemplo: se existe hipertensão arterial, ela precisa ser tratada. Quando o problema é o controle da glicose, o médico irá orientar sobre o tratamento.

O próximo passo é tratar o problema em si e hoje existem vários medicamentos para melhorar a ereção.

O diagnóstico da disfunção erétil é eminentemente clínico, ou seja, o médico chega a esta conclusão conversando com o paciente.

Tratamento de Disfunção erétil

O tratamento da disfunção erétil começa com a identificação e controle dos fatores de risco. Além disso, o médico hoje costuma prescrever os medicamentos orais chamados inibidores da fosfodiesterase tipo 5. Sildenafila, vardenafila e tadalafila são os mais conhecidos e utilizados.

Quando a medicação oral usada na dose e da maneira adequada não resolve, existem outras modalidades terapêuticas consideradas de “segunda linha” como bomba de vácuo, injeções de vasodilatadores e na chamada “terceira linha”, as próteses penianas, que são o último recurso.

Um ponto muito importante e nem sempre valorizado consiste em cuidar do relacionamento. Avaliar a parceira e como o casal está conduzindo seus problemas e questões. Em alguns casos, vale o apoio de psicólogos ou outros profissionais para melhorar a relação do casal.

Medicamentos para Disfunção erétil

Os medicamentos mais usados para o tratamento de disfunção erétil são: